Sou tudo o que desgarra
Você é a flor que ainda agarra
Por tuas raízes que sempre serão
E eu que não sei que o que piso é chão.
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
Posso...
Oi!
Pode me falar novamente?
Só um pouco mais devagar
Não consigo ouvir sua voz
Tenta pausadamente
Aos poucos
Força na voz
Para que possa...
Posso...
Não, não posso...
Era só um voz
E não feroz
Que sussurou o que era o nós
Agora
Sós
Posso?
Só
Pode me falar novamente?
Só um pouco mais devagar
Não consigo ouvir sua voz
Tenta pausadamente
Aos poucos
Força na voz
Para que possa...
Posso...
Não, não posso...
Era só um voz
E não feroz
Que sussurou o que era o nós
Agora
Sós
Posso?
Só
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
verbo e reto...
O que você quer que eu diga?
Nada vai bastar
Você sempre vai querer palavras outras
Pra que falar?
Nem vai me ouvir
Pois parece preferir aqueles sons tão vis
Em quem confiar?
Tu sabes onde estou
Mas sempre vai caçar o medo em minha cor
Vai me amar?
Creio que sim
Mas sempre vai temer não ter final feliz
Se atreva a duvidar?
Aí seria o fim
Pois o certo que vejo é que morras por mim
Procurar o ponto?
Não te darei
Pois os versos mais lindos ainda estão por vir
Nada vai bastar
Você sempre vai querer palavras outras
Pra que falar?
Nem vai me ouvir
Pois parece preferir aqueles sons tão vis
Em quem confiar?
Tu sabes onde estou
Mas sempre vai caçar o medo em minha cor
Vai me amar?
Creio que sim
Mas sempre vai temer não ter final feliz
Se atreva a duvidar?
Aí seria o fim
Pois o certo que vejo é que morras por mim
Procurar o ponto?
Não te darei
Pois os versos mais lindos ainda estão por vir
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
O sopro...
Pouco tempo
E em poucas linhas
Sou todo seu
Você é minha
Como um sonho
De um versinho
O qual torto se arrepia
Nesse vento de amor
Que assopra na espinha
Foi a moça que soprou
E em poucas linhas
Sou todo seu
Você é minha
Como um sonho
De um versinho
O qual torto se arrepia
Nesse vento de amor
Que assopra na espinha
Foi a moça que soprou
terça-feira, 29 de julho de 2008
Branca em branco...
De instante em instante
Dá um sono profundo
Como se de montante
Acabasse o mundo
De tempos em tempos
Fica um branco na alma
Como se em momentos
Dissolvesse a calma
De ritmos em ritmos
Torno-me um campo em vão
Como se nos teus signos
Passassem as casas do meu coração
De estrelas em estrelas
Vou tornando a entorpecer
Como se não mais tê-la
De não dormir, talvez morrer
Dá um sono profundo
Como se de montante
Acabasse o mundo
De tempos em tempos
Fica um branco na alma
Como se em momentos
Dissolvesse a calma
De ritmos em ritmos
Torno-me um campo em vão
Como se nos teus signos
Passassem as casas do meu coração
De estrelas em estrelas
Vou tornando a entorpecer
Como se não mais tê-la
De não dormir, talvez morrer
segunda-feira, 28 de julho de 2008
Férias...
Parece uma loucura
Então como é bom ser doido
Parar e olhar pro céu
Admirar o seu repouso
Isso sim é que são férias
Estagnar no próprio olhar
Ouvir um pássaro rugir
Sentir o galho chorar
Saber que o azul se condensa
Podendo nos difundir
São só cores
Tudo
Tão só.
Então como é bom ser doido
Parar e olhar pro céu
Admirar o seu repouso
Isso sim é que são férias
Estagnar no próprio olhar
Ouvir um pássaro rugir
Sentir o galho chorar
Saber que o azul se condensa
Podendo nos difundir
São só cores
Tudo
Tão só.
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